A cirurgia de facelift, também chamada de ritidoplastia, é um procedimento indicado para o rejuvenescimento facial, com foco na correção da flacidez, queda dos tecidos e marcas do tempo. Ao reposicionar estruturas profundas e remover excessos de pele, o objetivo é restaurar os contornos naturais do rosto, sem alterar a expressão ou criar um efeito artificial.
A ritidoplastia é recomendada, em geral, para pacientes a partir dos 45 anos, que apresentam sinais moderados a avançados de envelhecimento facial — como flacidez no terço médio do rosto, papada, linhas profundas nas laterais da boca (sulcos nasolabiais) e queda das bochechas.
Cada caso é avaliado individualmente, e o procedimento pode ser realizado tanto por homens quanto por mulheres que desejam um resultado natural e duradouro.
A cirurgia de facelift atua principalmente em três regiões:
Terço médio: região das bochechas e maçãs do rosto;
Terço inferior: mandíbula, contorno facial e papada;
Pescoço: quando associado a técnicas específicas para o pescoço, o procedimento também ajuda a suavizar aquelas linhas verticais (“cordas” no pescoço) e a flacidez abaixo do queixo.
Em muitos casos, o facelift é combinado com outros procedimentos, como blefaroplastia (pálpebras), lipo de papada ou preenchimentos estruturais, para um resultado mais harmônico.

O mini lifting é uma versão menos invasiva do facelift tradicional, indicada para pacientes com sinais iniciais de flacidez, geralmente entre 40 e 50 anos. Ele tem uma recuperação mais rápida, mas atua de forma mais limitada nas estruturas faciais.
Já o facelift completo é mais indicado quando há necessidade de reposicionamento profundo dos tecidos e correção mais ampla da flacidez.
A ritidoplastia é realizada com anestesia local com sedação ou anestesia geral, dependendo da complexidade do caso.
Durante o procedimento, o cirurgião reposiciona as camadas musculares (SMAS), remove o excesso de pele e reestrutura o contorno facial. As incisões são feitas em áreas discretas — geralmente ao redor da orelha e dentro da linha do cabelo — para que as cicatrizes fiquem praticamente imperceptíveis com o tempo.
A cirurgia pode durar de 3 a 5 horas, e o paciente costuma receber alta no mesmo dia ou após 24 horas.
Nos primeiros dias é comum apresentar inchaço, pequenos hematomas e sensação de repuxamento. O desconforto é controlado com medicação prescrita.
O retorno às atividades leves pode acontecer após 7 a 10 dias, mas o inchaço residual pode levar algumas semanas para desaparecer completamente.
O resultado final costuma ser observado entre 3 e 6 meses após a cirurgia, com rejuvenescimento visível, mas natural.
O facelift não congela expressões nem transforma completamente os traços — ele suaviza os sinais do tempo e devolve ao rosto um aspecto mais descansado, firme e rejuvenescido.
Os resultados costumam durar de 8 a 12 anos, dependendo do estilo de vida, cuidados com a pele e genética de cada paciente.

Como qualquer procedimento cirúrgico, a ritidoplastia envolve riscos, embora sejam baixos quando realizada por um cirurgião qualificado.
Entre as possíveis complicações estão: hematomas, infecção, alterações de sensibilidade e cicatrizes visíveis (raro). Todos os cuidados pré e pós-operatórios são orientados com clareza para reduzir esses riscos.
Com mais de 25 anos de experiência em cirurgia plástica estética e reparadora, o Dr. Ricardo Wagner realiza cada procedimento com rigor técnico, ética profissional e foco na naturalidade dos resultados.
A cirurgia de facelift exige sensibilidade, precisão e profundo conhecimento anatômico — elementos que fazem parte da sua prática clínica, sempre com comunicação transparente e respeito às expectativas reais de cada paciente.
Cada rosto tem suas particularidades — e entender as necessidades específicas de cada paciente é o primeiro passo para um resultado seguro e satisfatório.
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